APRENDA DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO
O curso lhe ajudará a compreender os processos da avaliação e intervenção, principais pontos a serem manejados e aspectos da relação terapêutica, levando em consideração as especificidades destas patologias.
QUAL DESAFIO O CURSO AJUDARÁ O PROFISSIONAL A VENCER
– Técnicas para vencer/trabalhar com condições crônicas dificeis de ser alteradas;
– Como vencer a resistência ao tratamento;
– Ajudar o paciente a entender/identificar que ele precisa do tratamento.
– Os transtornos alimentares frequentemente envolvem múltiplos fatores psicológicos, emocionais e sociais, exigindo abordagens complexas e multidisciplinares, sendo assim você terá acesso a um arsenal de ferramentas.
E QUEM VAI TE GUIAR NESTA JORNADA DE APRENDIZADO
MARIANA DRABIK – Terapeuta do esquema, Mestra em Psicologia pela UFPR. Supervisora clínica, professora e psicóloga, com mais de 7 anos trabalhando com TA.
AMÁLIA TEIXEIRA – Terapeuta do Esquema, Supervisora e professora, com 8 anos de experiência no tratamento de Transtornos Alimentares.
POR QUAL MOTIVO ESTUDAR SOBRE TRANSTORNOS ALIMENTARES
Estima-se que cerca de 4,7% da população brasileira seja afetada por algum tipo de transtorno alimentar ao longo da vida.
TIPOS MAIS COMUNS:
Anorexia: Caracterizada pela restrição alimentar extrema e medo intenso de ganhar peso, a anorexia atinge cerca de 0,5% a 1% da população, especialmente adolescentes e jovens adultos.
Bulimia: Envolve episódios de compulsão alimentar seguidos de comportamentos compensatórios, como vômitos induzidos e uso de laxantes. A bulimia afeta cerca de 2% da população, sendo mais comum em mulheres jovens.
Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)
Este transtorno atinge cerca de 4% da população brasileira, sendo mais prevalente entre adultos. Ao contrário da bulimia, não envolve comportamentos compensatórios, mas é associado a sentimentos de culpa e vergonha após os episódios de compulsão.